Silvia Mokreys

Paulistana, 38 anos, é cantora e compositora. Começou tocando baixo numa banda de garagem chamada Happy Cow, em Piracicaba sua cidade natal. Atualmente mora em São Paulo e acaba de produzir em conjunto com o produtor e músico Pipo Pegoraro, seu álbum de mesmo nome, que conta com a participação especial de Júpiter Maçã.

Possui um projeto paralelo de versões de músicas e trilhas sonoras do cineasta David Lynch e o produtor Ângelo Badalamenti.

Seus shows tiveram participações de Fausto Fawcett e Edgard Scandurra, com quem também possui um projeto de musicas autorais com previsão de lançamento do disco em breve.

SILVIA TAPE

Parece que a música pop aprendeu, finalmente, a conviver com a liberdade. Depois do esgotamento das tendências anunciadas e a chegada das formas emancipadas de se produzir canções, o presente parece navegar em mar aberto.
Em Silvia Tape, projeto da cantora e compositora paulista Silvia Mokreys, tal premissa se torna verdade. O extermínio dos guetos e dos espaços artísticos orquestrados para o triunfo de sua própria lógica, dentro de um terreno sem divisas, de um intercâmbio mais livres.
De carona com Charlotte Gaisnbourg, Einsturzend Neuebauten, PJ Harvey, além dos universos idílicos de David Linch e Clarice Lispector, Mokreys desmantela os códigos para fazer da música o que ela deveria ser. Uma troca profana de símbolos.
“Gosto de cantar sobre cidades e as possibilidades de iluminação dentro delas. Gosto das imagens enquanto sonhos nebulosos e enigmáticos”.
Em 2010, após dividir o palco com Fausto Fawcett, Mokreys apresenta seu EP de estréia, Mansão Fantasma, que traz a participação de Júpiter Maçã. Hóspede perfeito para este burgo assombrado e multicolor.
Pedro Rosas

“Conheci a Silvia Tape, nos pequenos shows em meu bistrô. Pequenos, porém marcantes. Descobri no som que ela e sua banda criam sutilezas, delicadezas com uma pegada urbana quase cinematográfica, com um fino senso de humor que cativam e surpreendem através de suas composições e de sua linda voz.”
Edgard Scandurra

“I fell for you baby like a bomb
Now my love’s gone up in flames”

Deste verso escrito por David Lynch e composto por Angelo Badalamenti, SILVIA TAPE conecta o universo abstrato e misterioso do cineasta ao seu. Fica evidente o diálogo entre os dois quando assistimos ao seu show.
Além de ter uma voz de textura mentolada, Silvia Tape é graciosamente tímida. Com estes elementos ela criou um estilo em suas performances ao vivo.
No seu repertório, além da canção plasmo-onírica de Julee Cruise, Silvia fez uma versão maravilhosa da “Básico Instinto” do poeta e cronista carioca Fausto Fawcett.
Eduardo Beu

“…gostei da versão, a banda é afiada demais e criou dinâmicas mortais pro track.” – FAUSTO FAWCETT.

Formação:
Silvia Mokreys: voz e bases
Pipo Pegoraro: guitarra
Bruno Serroni : baixo e programações
Carlinhos Mazonni: bateria

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